Deputado Anderson do Singeperon - Sua voz no Parlamento

ALE-RO derruba veto do Governo e mantém emenda do deputado Anderson que transforma socioeducadores em Agente de Segurança Socioeducativo

Emenda garante também que os cargos de diretores em unidades socioeducativas sejam ocupados exclusivamente por socioeducadores de carreira

Por Assessoria de Comunicação Social dia em Notícias

ALE-RO derruba veto do Governo e mantém emenda do deputado Anderson que transforma socioeducadores em Agente de Segurança Socioeducativo
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Os socioeducadores do estado de Rondônia conquistaram nesta terça-feira (10) um reconhecimento histórico na Assembleia Legislativa. Na sessão ordinária, os deputados estaduais atenderam o pedido do deputado Anderson do Singeperon (PROS) e derrubaram o veto parcial do Governo nas emendas de sua autoria para transformar o cargo de Socioeducador em Agente de Segurança Socioeducativo.

O Veto Parcial 052/18 atingia as emendas feitas pelo deputado Anderson no Projeto de Lei Complementar nº 182/17, que dispõe sobre a Organização e Estrutura do Poder Executivo do Estado de Rondônia. É nessa proposta que o sistema socioeducativo foi desvinculado da Secretaria de Estado de Justiça de Rondônia (Sejus), sendo criada a Fundação Estadual de Atendimento Socioeducativo (Feasa).

“Com a rejeição ao veto, vimos resgatar a essência da profissão de socioeducador no estado, que sempre teve como função fim manter a segurança nas unidades socioeducativas, garantindo que as demais atividades de educação e ressocialização sejam executadas”, ressaltou o deputado Anderson.

Além da mudança de nomenclatura, a emenda mantida do deputado assegura também que os cargos de diretores de Unidades Socioeducativas serão exclusivamente ocupados por socioeducadores.

Na tribuna, o parlamentar agradeceu o apoio dos colegas e afirmou que muitas questões envolvendo os servidores ainda faltam serem discutidas. “Valorização, condições de trabalho, plano de carreiras são alguns pontos que precisam ser debatidos”, destacou.

“O sistema socioeducativo brasileiro é também um problema de segurança pública. Por isso, defendo penas mais rígidas porque a sociedade anda assolada e com medo, onde na maioria das vezes quem está vendendo droga na esquina ou praticando crimes são menores de 12 a 17 anos”, criticou Anderson.

Com a derrubada do veto, a proposta segue para promulgação pela Presidência da Casa de Leis.

Assessoria
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